

A diabetes é uma doença metabólica que atinge grande parte dos brasileiro, e pode ser diferenciada entre tipo 1 e tipo 2. Entretanto, algumas pessoas que descobrem ter desenvolvido a pré-diabetes ficam em dúvida se isso significam que já desenvolveram danos irreversíveis à saúde.
Como o pâncreas deixa de produzir a insulina, ou o hormônio já não age mais como deveria no organismo, é necessário a ingestão de fármacos para ajudar a estimular a produção de insulina e sua absorção correta.
Considerada uma doença que não tem cura e é tratada por meio de medicamentos e injeção de insulina, a diabetes é uma das enfermidade que mais leva a complicações quando não tratada.

Na pré-diabetes, porém, o indivíduo nem sempre precisa ser medicado e pode obter sucesso apenas com a mudança de hábitos.
Para que você entenda melhor o que é a pré-diabetes e como ela impacta o organismo separamos tópicos importantes para tirar todas as suas dúvidas. Confira!
A pré-diabetes é um estágio intermediário entre uma pessoa saudável e uma pessoa com diabetes tipo 2. Nesse estágio o paciente demonstra altos níveis de glicose no sangue, mas não o suficiente para ser tratado com uma pessoa diabética.
Normalmente os pacientes pré-diabéticos possuem resistência à insulina, que acontece quando o pâncreas produz mais insulina do que o necessário para tentar controlar o excesso de açúcar na corrente sanguínea a ponto de não conseguir o mesmo efeito no organismo.
Fatores como genética e histórico familiar são as maiores causas do desenvolvimento da diabetes tipo 2. Porém, o ganho excessivo de peso, sedentarismo e alimentação rica em açúcares e carboidratos refinados também podem desencadear o quadro.

Nos casos de ganho de peso, o pâncreas entende que precisa produzir mais insulina para conter o açúcar no sangue, e o organismo reage a esse estímulo de forma prejudicial. Isso faz com que o paciente desenvolva a resistência insulínica antes de desenvolver a diabetes propriamente dita.
Como resultado, o organismo deixa de usar parte da glicose do sangue como fonte de energia e o açúcar permanece na corrente sanguínea. Com o passar do tempo a pré-diabetes não tratada se torna diabetes tipo 2, e não há mais maneiras de reverter o quadro.
Normalmente os pré-diabéticos não apresentam sintomas, sendo muitas vezes uma condição não diagnosticada. Isso faz com que o tratamento não seja realizado a tempo e a pessoa acabe evoluindo.
É importante buscar ajuda, porém, se você estiver em um desses grupos:
Alguns sintomas que podem surgir nesses estágio são:
O diagnóstico da doença é feito por meio de exames como a glicemia de jejum, que deve estar abaixo de 100 mg/dL para pessoas saudáveis. Caso o resultado dê entre 100 e 125 mg/dL, o médico solicitará um novo exame para confirmar as suspeitas de pré-diabetes.
SE O SEGUNDO EXAME TAMBÉM ESTIVER ALTERADO, SERÁ INDICADO O EXAME DE CURVA GLICÊMICA, QUE CARACTERIZA PRÉ-DIABETES QUANDO OS RESULTADOS FICAM ENTRE 140 E 199 MG/DL.
Um terceiro exame que poderá ser solicitado é a hemoglobina glicada, que em pacientes pré-diabéticos fica entre 5,8% e 6,4%.
De modo geral, o tratamento é feito por meio de mudança de hábitos alimentares com dietas pobres em açúcar e carboidratos, além de diminuir as calorias e gorduras saturadas. Atrelado a isso, o paciente também deverá praticar atividades físicas regulares para ajudar a baixar os níveis de glicose no sangue.
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Em casos específicos, o médico poderá optar por administrar medicamentos que previnem a evolução para a diabetes e em pacientes obesos ou acima do peso, é necessário a perda de pelo menos 5% do peso para melhorar metabolismo e tornar o tratamento contra a pré-diabetes mais eficientes.
Apenas com essas medidas muitos pacientes conseguem evitar que a pré-diabetes se desenvolva para uma diabetes. Porém, é importante ressaltar que grande parte dos pacientes acabam descobrindo o problema em estágios já avançados e não conseguem mais reverter o quadro, enquanto outros não seguem as modificações solicitadas pelo médico e também acabam por desenvolver a diabetes tipo 2.
A prevenção da doença, além de uma alimentação balanceada e pouca ingestão de alimentos ricos em carboidratos como pães, massas e bolos, também se dá pela prática de atividades físicas. Isso porque, além de promover a perda de peso, os exercícios atuam baixando a glicose no sangue.
A EXPLICAÇÃO É DE QUE ESSE AÇÚCAR É USADO COMO PRINCIPAL FONTE DE ENERGIA DURANTE AS ATIVIDADES FÍSICAS, O QUE RESULTA EM UMA BAIXA DA GLICOSE COM MAIS FACILIDADE.
Apesar da pré-diabetes ainda não ser a diabetes, o estágio pode causar complicações como o aumento do risco de doenças cardiovasculares e ainda o risco do desenvolvimento da própria diabetes tipo 2.
Agora que você viu o que é pré-diabetes, quais os possíveis sintomas e como tratar a doença, converse com o seu médico se você tem histórico familiar de diabetes ou se possui uma alimentação rica em carboidratos. A partir disso ficará mais fácil tratar o problema e diminuir os riscos do desenvolvimento da diabetes tipo 2, que traz diversos riscos para a saúde dos pacientes.
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4 Comments
Eu tenho 53 anos e faço uso do glifage , ainda não estou
na faixa etária que está sendo vacinada, devo procurar um
posto para me vacinar com antecedência?
Marcos, o que posso dizer é que as autoridades estão adiantando a vacinação para portadores de comorbidades. Penso que para a sua faixa etária está bem próximo!
Olá tudo bem!
Muito bom este site.
Desejo sucesso!!!
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Obrigado por seu comentário!!!